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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

AMOR E SEUS DEVANEIOS

Túlio desde criança sentia que era diferente dos outros meninos, por preferir brincar de boneca com suas primas, ao invés de jogar bola com os seus primos. 

Essa diferença fica mais clara na adolescência quando se apaixona por um garoto de sua classe. 

Revoltado consigo mesmo, cria uma redoma em volta e si, e se fecha em um mundo de aparências. Mas, quando entra para a faculdade, resolve se abrir com seus pais e os problemas aumentam, já que eles não aceitam a sua homossexualidade. 

Levado a fazer uma série de exames e a consultar com vários médicos, por acharem que ele está doente, Túlio se sente o centro de todos os problemas familiares e bola um plano para dar fim em sua vida. Porém, o que Túlio não esperava é o que o mundo dá voltas, e o destino traz para lhe fazer companhia nos últimos momentos de sua vida, seu primeiro amor.




sábado, 2 de novembro de 2013

ANJO NEGRO



PRÓLOGO
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Nem todos tiveram o fim de sua história com a chegada da peste negra na Europa. Esse foi o caso de Darian, que nem estava de corpo presente na Terra; para ele, o fim da peste foi o início de tudo. 

Algumas pessoas podem não acreditar, mas todos nós, anjos e humanos, possuímos uma vida traçada ainda no céu em forma de teias, como aquelas que as aranhas fazem. Não importa quantas voltas a teia dê, sempre se encontra em algum ponto e acaba sempre no mesmo lugar.Nem todos tiveram o fim de sua história com a chegada da peste negra na Europa. Esse foi o caso de Darian, que nem estava de corpo presente na Terra; para ele, o fim da peste foi o início de tudo.

Na época da peste negra, as pessoas, por estarem vivendo um momento de muito desespero e dor, achavam que dessa vez estava próximo o Apocalipse. Não acreditavam mais na salvação divina, porque milhares de pessoas sucumbiam diariamente diante da devastadora peste, que chegou a ser comparada ao próprio inferno, ou considerada como um castigo enviado por Deus contra os feitos nefastos dos humanos, porém punindo indiscriminadamente todos os seres: ricos, pobres, bons e maus. Nesse tempo, incontáveis pessoas apareciam mortas pela manhã e, devido a isso, surgiu na cidade de Londres um burburinho de que o incauto que fosse pego vagando à noite nas ruas era levado pelos devoradores de almas. 

Os boatos se espalhavam tão rápido quanto a peste e as pessoas acreditavam em tudo que ouviam, principalmente se se referissem à morte ou à peste. Passaram então a seguir alguns cuidados que se tornaram verdadeiros rituais, como se trancarem em casa no final da tarde. Nos momentos de desespero, alguns ainda colocavam as mesas ou quaisquer móveis grandes encostados nas portas e janelas, porque acreditavam que poderiam ser abduzidos de alguma forma por esses seres. 

Quem era visto circulando à noite e não amanhecia morto era considerado um deles, um demônio, e era queimado logo depois de ter sua alma lavada com água benta. 

Os governantes, para poder dar sepultura à grande quantidade de corpos mortos pela peste negra e tentar evitar outros tipos de doenças, fizeram uma lei autorizando a cavação de diversas valas nos arredores dos muros da cidade. Essas valas seriam usadas como covas comunitárias, onde um dilúvio de corpos eram jogados e queimados. Podiam-se contar quantas pessoas naquela época conseguiram manter-se ilesas deste “castigo divino”. 

No meio de tanto desespero e irracionalidade, imigrantes vindos de todas as partes da Europa e Ásia viam no fim dessa epidemia uma maneira de enriquecer, trabalhando na reconstrução da cidade, com sua mão de obra cara. Pessoas com algum conhecimento em medicina que não haviam sido infectadas, procurando ajudar as demais, improvisaram e trabalharam em clínicas médicas espalhadas por todos os lados da mórbida cidade de Londres. Um desses era Alan, um jovem e belo rapaz de olhos claros, recém-formado em Clínica Médica. Ele era um dos muitos médicos imigrantes que vieram da Alemanha à procura de trabalho, e via nessa epidemia uma maneira de se estabelecer na profissão. Esses médicos, que usavam roupas e máscaras especiais, passaram a ser a única esperança para milhares de pessoas enfermas, já que Deus havia se voltado contra elas, pensavam.

Desmoronando a autoridade das leis divinas, moribundos revoltados questionavam o porquê de suas preces não serem atendidas, mas desconheciam a verdade escondida por trás dos milagres médicos. A peste não era um castigo divino, era apenas um fato. Foi provocada por falta de hábitos higiênicos e de conhecimentos médicos. Deus não os tinha abandonado, seus anjos os observavam e os amparavam o tempo todo, dia após dia. Porém, não era somente eles que observavam... 

Havia também uma legião de anjos caídos que se fortaleciam com o desespero, dor e a revolta de algumas pessoas. Em pouco tempo, os homens se odiaram tanto que, se um filho fosse atacado pela doença, seu pai não cuidava dele e vice versa. Simplesmente eram largados à própria sorte. 

Esses anjos caídos ficavam constantemente no encalço dessas pessoas, pois estavam na mesma sintonia, compartilhando os mesmos sentimentos; e, quando a morte era certa, aguardavam-lhes do outro lado. Mesmo com as Potestades ao seu lado, lutando para resgatá-los, a maioria desses moribundos não queria ser salva ou, mesmo querendo a salvação, eles não encontravam a luz, por estarem mergulhados profundamente em sua própria angústia, cegos demais para ver seus anjos salvadores. Assim, ao morrerem, não podiam ser encaminhados ao socorro, permanecendo vagando pelo Umbral. 

Alan se destacava dos outros médicos por sua pouca idade e grande determinação. Muito alegre, otimista e bastante prestativo, era um dos mais jovens, ou talvez o mais jovem entre eles, com apenas 23 anos. Não era um rapaz alto, mas chamava atenção por causa dos seus cabelos vermelhos encaracolados, que contrastavam com sua pele branca. De tanto fumar, era magro, quase esquelético. Comia pouco e quase não dormia. Brincando, costumava dizer aos seus pacientes que teria a eternidade para fazê-lo, por isso precisava estar acordado caso algum enfermo precisasse dele. 

Nesta trajetória de trabalho que chegava a ser quase vinte quatro horas, Alan foi comparado diversas vezes por seus pacientes com o anjo que eles afirmavam ver ao seu lado. E ele sempre respondia a essa gentileza com um largo sorriso. 

Tão perto que os anjos estavam dos humanos e justamente por ser comparado a um deles, Alan despertou o interesse de um anjo em particular, que o observava do céu. Esse anjo tinha como dever resgatar as almas que queriam ser salvas. Ele, então, desceu à Terra e passou a seguir de perto os passos do jovem médico, acompanhando-o em seus afazeres diários. Quando era de seu interesse, o anjo assumia a forma humana, ajudando-o como enfermeira. 

Com o tempo, esse anjo percebeu que havia ficado emocionalmente envolvida com esse humano e com o trabalho que ele desenvolvia, chegando a passar mais tempo em sua forma humana do que na de anjo. 

Com a sua guarda assim aberta, tornou-se presa fácil para a influência negativa de Kesabel, um anjo caído, que a incentivou a ter relações sexuais com esse humano. Levada pelo sentimento de amor e pelas doces palavras de Kesabel, entregou-se a Alan achando que não estaria infringindo nenhuma lei divina. As leis de Deus, no entanto, haviam sido violadas, e o anjo recebeu como punição o pior dos castigos: foi transformada em humana. Somente então compreendeu que havia sido enganada, o que fez crescer em seu peito sentimentos de revolta e raiva até então desconhecidos.


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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O SEGREDO DA CAVEIRA DE CRISTAL




No ano de 1160, os habitantes da cidade de Heilland, desgastados pelos conflitos da época, depositaram suas esperanças no tão aguardado filho do Rei Alphonsus embora, muitos acreditassem que uma guerra ainda maior estava sendo travada no ventre da Rainha Arápia, grávida de gêmeos. 

Aqueles que tiveram sorte de serem poupados pela guerra ou pela fome, conviveram com outro inimigo, ainda mais implacável, o sombrio futuro Rei. 

Com o nascimento das crianças, entraram em uma nova era, onde suas vidas foram marcadas pela dor, ódio, sangue e traição. 

Mortes e tramas misteriosas passaram a fazer parte da rotina dos habitantes do Castelo, restando ao mago e à futura Rainha Driadh, procurarem por respostas.

Mongho, buscando manter a paz entre os Reinos, dividiu seu poder em caveiras, que controlavam os elementos: fogo, água, terra, ar. Porém, um mal maior surgiu.

Usando toda a sua força, na busca de unir novamente esse poder, passou a eliminar todos aqueles que atravessaram seu caminho, tornando-se indestrutível, dominando todos. 



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SEPARADOS POR UM CORPO

Seriam memórias de um passado ou meras coincidências?

Claude Châtelier é um jornalista que possui uma coluna semanal de contos no jornal Le Monde. 

Ultimamente andava sem inspiração, até que em um encontro casual com Marie, uma ex-colega de faculdade, que lhe conta uma história, sua vida muda por completo. 

Ele se vê envolvido em coisas estranhas que passam a acontecer à sua volta, e resolve ir a fundo buscar por respostas.




França
Dias atuais


Sou Claude Châtelier, jornalista. Vivo em busca de boas e inéditas histórias. Trabalho no jornal Le Monde há quase oito anos, onde tenho uma coluna semanal que publico meus contos de ficção. Dizem os invejosos de plantão, por meu caderno ser bem popular, que minha coluna está ultrapassada e que sou um escritor frustrado por não ter conseguido publicar um livro, por isso escrevo contos. Isso não é verdade, nunca pensei em escrever um livro, apesar de já ter recebido várias propostas tentadoras de editoras.

Sempre devemos olhar os dois lados da moeda, e por isso tenho que concordar só um pouco com eles, ultimamente meus contos estavam péssimos e por isso tinha resolvido caminhar um pouco até o jornal. Quem sabe pelo caminho eu veria algo que me fizesse ter alguma inspiração, já que esta me faltava há dias.

Não consigo entender o porquê, já que passava por uma fase boa na vida. Um trabalho bom, um apartamento quase quitado em uma área bastante valorizada de Paris e havia ficado noivo de Raquel há quase um mês. Tudo bem que não era a mulher dos meus sonhos, não a amava, embora me sentisse muito bem ao seu lado. Era uma mulher trabalhadora, dedicada a casa e a família, mas sentia que faltava uma verdadeira química entre nós. Estávamos juntos a pouco mais de um ano, e a verdade foi que fiquei noivo apenas por pressão da família dela.

Precisava levar para a redação o conto que havia escrito e que seria publicado na próxima semana. Poderia ter pegado o ônibus ou o taxi naquele dia, mas resolvi do nada fazer caminhada mesmo sabendo que poderia chover a qualquer momento. 

Já estava na Champs-Élysées, que fica a três quarteirões da minha casa, quando a chuva começou a respingar em meu sobretudo. Isso aconteceu a pouco mais de vinte minutos após ter me arriscado sair sem o guarda chuva, mesmo com o céu carregado de nuvens. 

Foi então que vi Marie na porta de uma loja, a dois quarteirões do jornal, se escondendo também da chuva que havia aumentado repentinamente. Não nos víamos há muitos anos, desde a época da universidade. Para ser mais preciso há quase dez anos.

Não éramos muito próximos, estudávamos em salas diferentes, ela não deve nem se lembrar de mim. Na época, era namorada ou coisa assim, de um amigo meu de classe e eu a achava simplesmente maravilhosa, mas nunca tive coragem de me aproximar para conversarmos, e agora estávamos juntos, lado a lado, novamente como estranhos.

Reconheci assim que a vi. O mesmo porte esbelto, os cabelos longos com alguns caracóis na ponta. Um pouco mais madura e parecia cansada, as olheiras lhe condenavam claramente, mostrando que não tivera uma boa noite de sono, mas mesmo assim, estava radiante.



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VIDAS DE PAPEL


Thomaz estava desempregado há quase dois anos, desde que se mudara com a família para Belle Valley, vila de Ohio, devido a uma doença do seu filho caçula, Michael.

Com a abertura de uma filial das Indústrias Rochets, Tomaz vê a grande oportunidade batendo em sua porta, podendo trabalhar em sua área de atuação, a Biotecnologia.

Porém, o que ele não imaginava, era que desafios e preconceitos iriam fazer parte de sua rotina.








04h45 a.m
Belle Valley, vila de Ohio
População 263 pessoas


Thomaz passou toda a noite sem conseguir pregar os olhos, pensando em sua próxima entrevista de emprego, que seria na manhã seguinte. 

As Indústrias Rochets, grande mineradora Russa, abriu uma filial de seu laboratório em Belle Valley, onde ele morava. Esta seria uma grande oportunidade de trabalhar em sua área de atuação, a Biotecnologia.

Estava desempregado há quase dois anos, desde que teve de sair do emprego em que trabalhou por quase dez anos, e mudar com a família, devido a um problema de saúde de seu filho caçula, Michael, hoje, com doze anos.

Michael desenvolveu uma espécie rara de gripe alérgica e esta comprometia seus pulmões. Seguindo a sugestão de vários médicos especialistas, a família se mudou para uma região montanhosa, onde o ar era mais puro, e, consequentemente, teriam melhor qualidade de vida.

Deixar os familiares não foi tão fácil quanto pareceu. Começar uma vida nova em outra cidade, onde não conheciam ninguém era assustador, mas... A família, para Tomaz, estava sempre em primeiro plano.

Desde que chegou a Belle Valley, só conseguiu arranjar alguns “bicos”. E não foi diferente nas cidades mais próximas: Cambridge e Marietta, porém nenhum... Digamos, “trabalho decente”. 

Quando deixava o currículo nos comércios, eles o elogiavam e diziam que ele merecia algo melhor. Quando entregava em uma grande empresa, após lerem, ficavam impressionados, contudo, quando o entrevistavam pessoalmente, era sempre a mesma resposta: “Sinto muito, mas o Senhor não se encaixa no perfil desta empresa”. Tomaz sabia que eles mentiam, pois se encaixava perfeitamente em tudo que eles queriam e precisavam. Tinha referências, experiência, um currículo invejável, além de falar mais dois idiomas, exceto por ser...

Estava quase no fim do mês, e, já havia feito várias entrevistas, entretanto, nenhuma empresa, ainda, não o havia contatado. E Tomaz duvidava se o chamariam.

Motta, o dono do armazém, onde ele trabalhava nos finais de semana descarregando caminhão, tinha interesse em contratá-lo. Mas,Tomaz pediu para que aguardasse sua resposta até o fim daquele mês, porque ainda lhe restava um sopro de esperança. Se nada mudasse até lá, não havia outra opção, a não ser aceitar. O salário não era muito, mas devido às circunstâncias, ajudaria.

Seus pensamentos o atordoaram por toda madrugada, fazendo-o revirar na cama. Anne, sua esposa, provavelmente, exausta, não percebeu sua ansiedade em momento algum. Quando começou a contar cada tictac do relógio, viu que não conseguiria fisgar o sono. A solução foi se levantar e preparar o café. 

Já se levantava quando escutou a porta do quarto rangendo. 




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